A vida não é gibi.

Retornando aos acontecimentos recentes da minha vida cotidiana, venho falar sobre como o meu curso é organizado e o final de semestre (acontecimento recentíssimo, de dezembro).

Na França, o esquema de provas de final de semestre é um pouco diferente do Brasil, enquanto no Brasil cada professor escolhe o dia da sua prova, que será durante a sua aula, às vezes entrando em acordo com os alunos pra que eles não tenham duas provas no mesmo dia, e coisas assim, aqui temos uma semana totalmente dedicada às provas. O lado bom disso é que você não tem que se preocupar com coisas novas, porque não está tendo aulas, por outro lado, você tem uma ou duas provas gigantes por dia, com duração de 3h, todos os dias, e, se você não estudou durante o semestre, pode já ser tarde demais.

Outro ponto importante a ser destacado sobre as provas é que elas têm peso 20, mas a média para aprovação, pelo menos no meu curso, é 10. Porém não é necessário ficar acima da média em todas as disciplinas, o que você precisa é ficar acima de 10 na média geral do semestre, ou seja, se você tirou 8 em uma disciplina e 12 na outra, tudo certo. Já se você ficou com uma nota muito ruim em alguma disciplina ou acabou não atingindo a média geral de 10, você precisa recuperar as notas baixas, então você deve fazer outra prova sobre a disciplina (o que chamamos de rattrapage), o que acontece no final do semestre seguinte. Enquanto isso, você cursa o semestre seguinte normalmente (até porque as notas do primeiro semestre só saem algum tempo depois que as aulas do segundo já começaram).

Mas como eu dizia, o peso total da prova é 20, mas, na prática, é quase impossível tirar 20. As provas parecem ser pensadas pra que você tenha tempo e conhecimento para responder apenas 50% ou 60%. E não digo isso porque é comigo que isso acontece, não, já ouvi muitos alunos de vários cursos e várias nacionalidades (mesmo os franceses) perceberem isso. E assim acontecendo, foi que ouvi vários colegas comentando as suas notas (alguns muito decepcionados) entre 10 e 11 (eu, particularmente, fiquei foi muito contente com meu 10.821). Resumindo, foi uma semana tensa, mas, pelo menos sob o meu ponto de vista, com um final feliz.

Bom, isso foi em dezembro, antes das férias de Natal (2 semanas). Após estas férias, voltamos à faculdade, desta vez para fazer um projeto de 1 mês, sem aula, apenas alguma orientação dos professores. O projeto foi apresentado no final de janeiro e contava nota para o primeiro semestre. Em seguida, sem qualquer outra pausa, iniciou-se o segundo semestre letivo, no dia 31 de janeiro. E agora, com um calendário ainda mais cheio:

Vida bandida...

Vocês podem contar aí 10 disciplinas, mais o inglês técnico, mais o estágio (TER). Destas 10, tínhamos que escolher 8 para cursar, ou seja, deixei de lado Robotics e Distributed Systems, o que me deixa um pouco mais livre, mas nem tanto, afinal, todas ou quase todas as disciplinas têm trabalhos para fazermos em casa. Assim, tem sido um semestre cheio, ainda mais que o primeiro, e não quero nem ver quando chegar a semana de provas…

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Il neige!

Surpreendentemente cedo, a neve surgiu no outono de Grenoble em um bonito, ainda que frio, dia de novembro, e foi neve como poucas vezes se viu para um mês de novembro aqui pelas bandas da margem do Isère.

E como não poderia deixar de ser, em uma cidade universitária com intercambistas de todo o mundo – muitos dos quais nunca viram neve -, a primeira noite de neve foi também uma noite de guerra.

Snow Fiiiiiiiight!

Bolas de neve pra cá e pra lá, gente que nunca se viu na vida jogando bolas de neve uns nos outros e se escondendo, bonecos de neve, anjinhos, desenhos… realmente gastamos algumas horas brincando na neve.

Nosso primeiro boneco de neve a Gre!

Brasileiros marcando presença

E por dias aquela neve fez parte das nossas vidas, porque, ô coisinha lenta de derreter, hein.

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La ville-lumière

Paris, a cidade-luz!

Como eu comentei no último post, tive uma semana de folga e fui passear em Paris.

Alugamos um carro para a viagem, eu, Leo, Nai, Rafa e Thais. Foi também o Vovó, mas ele teve que pegar o trem, afinal, só cabiam 5 no carro… Reservas feitas no Formule 1 Porte de Montmartre, lá vamos nós.

A caminho de Paris

A primeira impressão da cidade não foi das melhores. Muita sujeira, muito caos no trânsito, uma dificuldade sem tamanho para descobrir onde deveríamos devolver o carro, e próximo do hotel é uma área muito feia mesmo, afinal, é numa região periférica de Paris. Porém, contudo, entretanto, todavia, quanto mais você conhece essa cidade, mais você acaba gostando dela.

Na primeira noite, demos uma voltinha pela cidade a pé mesmo e tivemos uma bela vista da Sacre Coeur, e conhecemos um pouco os arredores dessa basílica, como a Rue des Abbesses, famoso point da noite parisiense – que, naquele particular dia, não tinha muita gente, afinal, era segunda-feira.

Sacre Coeur

No dia seguinte já nos arriscamos no metrô e fomos logo conhecer a famosa, a querida, a fenomenal Torre Eiffel. Após muito tempo de bobeação, tirando fotos pulando, “empurrando” ou “segurando” a torre, plantando bananeira etc., seguimos adiante, conhecendo outros pontos famosos da cidade, como o rio Sena, Sorbonne, o Panthéon, Jardin du Luxembourg, Théâtre de l’Odéon, algumas igrejas pequenas, e, claro, as lojinhas de souvenir. O ponto final da caminhada foi a famosa Notre-Dame de Paris, sim, aquela do corcunda, porém não pudemos entrar pois chegamos pouco depois do fechamento.

Olha mãe, tô voando!

Assim, nos restou ir conhecer a noite parisiense. Por sugestão do Samuel, rumamos ao Hideout, onde tivemos uma noite divertida com chope barato e companhias agradáveis.

No dia seguinte, o Arco! Ah, o Arco! Inúmeras fotos passeando pela Champs-Élysées (por exemplo, na loja-conceito da Peugeot) e em frente ao Arco do Triunfo, para depois subirmos o monumento e, lá de cima, apreciarmos uma bela vista geral da cidade de Paris. Após isto, mais uma voltinha pelo centro histórico de Paris, pela Ponte Alexandre III e sempre apreciando a paisagem enquanto rumávamos para o Louvre.

Foto especial pra Glau

Vista de cima do Arco

O Louvre é gigantesco e fantástico. A própria arquitetura do museu já é uma exposição de arte por si só, e as obras lá expostas refletem milhares de anos de desenvolvimento artístico da humanidade. Ver de perto obras de Delacroix, da Vinci, Rembrandt, Michelangelo, bem como toda a arte mediterrânea e islâmica lá expostas, é uma experiência sem igual.

Bobagens no Louvre

Quinta-feira, dia de efetivamente subirmos à Sacre Coeur, conhecê-la por dentro e termos, lá de cima, outra bela vista da cidade. Dia também de comprar souvenires. Depois, um cafezinho (ok, pra mim um chocolate quente) no Café des 2 moulins, também conhecido como “café da Amélie“. É o local onde a personagem Amélie trabalhava, na conhecida película “O fabuloso destino de Amélie Poulain”, sim, um café que existe de verdade.

Aquela lá no fundo é a Amélie =P

E já que estamos falando de moulins, descemos a rua e nos deparamos com o cabaré Moulin Rouge. Uma olhadinha na tabela de preços, umas fotos, e rumamos para tomar o metrô na direção do Père Lachaise. Um dos mais famosos cemitérios do mundo, é morada de Allan Kardec, Jim Morrison, Eugene Delacroix, Oscar Wilde, Edith Piaf, entre outros.

Túmulo do Jim Morrison, que eu sei que foi o único que vocês ficaram curiosos pra ver

Ainda nesse mesmo dia fomos, enfim, conhecer a Catedral Notre-Dame de Paris. No fim do dia, um pubzinho no Quartier Latin, e cama.

Interior da Notre-Dame

Sexta, nosso último dia de viagem, foi dia de subir a Torre Eiffel. Visão 360º de Paris, um dos locais mais românticos do mundo. Do topo do mundo, para o subsolo: em seguida, uma visita às Catacumbas de Paris.

Em cima da Torre

Uma bruxa nas catacumbas!

Após isso tudo, puxamos o carro e voltamos à nossa pacata vidinha em Grenoble…

Para saber mais sobre Paris, assista o Bienvenue à Grenoble em Paris!

Volto em breve!

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Des nouvelles du mois derniére

Muito bem, conforme prometido, aqui estou eu de volta! hehehe

Muita coisa já aconteceu depois de Côte d’Azur, aliás, todo dia aqui alguma coisa acontece.

No final de semana do dia 18/19 de setembro, pegamos uma excursão do InteGre para as montanhas, mais especificamente, para a grande cidade de Vassieux-en-Vercors. Não que tivesse muito o que fazer por lá, mas o objetivo era mesmo fazer umas randonnées (caminhadas) pela montanha, se integrar com a natureza e interagir com pessoas diferentes de todo o mundo. E o sábado foi realmente de caminhada, fizemos o percurso curto subindo pela montanha e depois voltamos por outro lado, mas mesmo assim deu umas 4h de caminhada, com um tempo maravilhoso de chuva!

Subindo a montanha

Andando nas nuvens

À noite se iniciaram os jogos de cartas, e, aliás, muitos jogos… alternativos. Conhecemos um pessoal muito divertido – outros, nem tanto -, de vários lugares. Espanha, Alemanha, Peru, Canadá, França… e a noite terminou com uma soirée no albergue mesmo, e o pessoal pirando o cabeção!

Fextinhaaa

No domingo, esportes, alguns foram fazer mais caminhada, jogar cartas no gramado do albergue… e no final, de volta a Grenoble.

Esportista

Jogando Uno

No final de semana seguinte, mais ônibus, para… München! Oktoberfest! 10 horinhas de viagem, passando pela Suíça, para chegar em Munique num sábado chuvoso e beber cerveja de litro! Veja mais sobre a Oktoberfest no vídeo abaixo:

No fim do dia, mais 10h de viagem de volta (mas ninguém viu nada, mesmo), para um domingo sonolento em Grenoble.

Brasileiros em Munique

Eu e o Jimmy Cliff ET

No dia 9 de outubro fomos conhecer o festival Retour des Alpages, em Annecy. De manhã estava super agradável, passeamos pela feira, vimos o pessoal passando tocando sino, comemos tartiflette, e depois fomos dar um passeio de pedalinho no lago, pois uma ida a Annecy não é uma ida a Annecy sem um passeio no lago.

Desfile da galerinha dos sinos

Panelinha de tartiflette

Mas depois disso, à tarde, a cidade começou a ficar cheia demais. Demos mais umas voltas por lá, mas não dava para aguentar a multidão, e fomos embora logo.

Bom, fora estas pequenas viagens, temos a vida rotineira em Grenoble. Aniversários comemorados com todas as pompas, feijoadas brasileiras pra matar a saudade, noites fazendo trabalhos da faculdade, jantares em galera, soirées, filmes, piadas internas e muito caoticismo!

Brasileiros na festinha da Bastilha

Feijãozinho! \o/

Aniversário do Felipe

Agora temos uma semaninha de “férias” (uma espécie de “semana do saco cheio”) por conta do feriado de Toussaints (1º de novembro, dia de todos os santos). Amanhã estaremos rumando a Paris para aproveitar essa semana da melhor maneira possível: passeando e conhecendo lugares novos!

Então até breve! 😉

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Afinal, por onde você andou?

Eis uma questão intrigante para vocês. A resposta é trivial, no entanto, longa, pois eu andei por vários lugares, embora ainda não tenha saído da França (aliás, em teoria, saí, já que Monaco é um Estado independente…).

Comecemos por Grenoble mesmo. Tivemos torneio de petanque (do qual eu não participei porque tinha outro compromisso, mas dei uma passada lá pra ver como era) – o petanque é um esporte popular entre os franceses, inclusive os jovens, e é muito parecido com a nossa conhecida bocha. Tivemos também piquenique da turma do curso de francês, onde nossos amigos de várias nacionalidades puderam experimentar o negrinho (ou brigadeiro) e o chimarrão, e nós, brasileiros, tivemos a oportunidade de comer especialidades coreanas, francesas, americanas, italianas, turcas e chinesas (o colega libiano não participou do piquenique devido ao Ramadã…).

Hong-Suk experimentando o chimarrão

Além disso, uma de nossas colegas coreanas foi embora antes do fim do curso e “fomos convidados” (ok, na verdade nós nos convidamos hehe) para um jantar de despedida na Houille Blanche, onde comemos muito bem e nos divertimos à beça.

na cozinha da Houille Blanche

Num belo domingo à toa resolvemos subir a pé até a Bastilha… 2,3 km de diversão e saúde!

discutindo na Bastilha sobre a nova política americana de paz no Iraque

Parece "Brésil", mas não é.

Subida fatigante

Pôr do sol no alto da Bastilha

Já tivemos também dois “churrascos” por aqui (bife na grelha… mas já é alguma coisa), onde pudemos conhecer dezenas de brasileiros. E fora estes eventos especiais, temos as sessões de cinema no parque, noites no Bukana, soirées animadas em qualquer lugar – basta ter um vinho, e as já tradicionais refeições na cozinha do batiment six.

no "churrasco"

Cinema no parque

Hamburger e batata-frita! \o/

Mas é claro que eu não passei este tempo todo em Grenoble, por mais divertida que seja essa cidade. Dia 21 de agosto fomos na excursão do CUEF para Chambéry e Annecy. Chambéry foi uma passada meio rápida, só para conhecer e tirar umas fotos…

Em frente ao castelo do Duque de Savoia

Um juventudista perdido por Chambéry

Les 4 sans Q, Naty e eu de intrometido

Foi em Annecy que passamos o dia. Demos uma volta pela cidade, pelas margens do canal, caminhamos pelo parque… mas a maior diversão foi alugar um pedalinho e sair a esmo pelo lago Annecy, onde podia-se parar em qualquer lugar e dar um bom mergulho!

Le Palais de l'Isle, no canal de Annecy

Cisnes no canal

À margem do Lac d'Annecy

Vida boa no pedalinho

Pedalando!

E no início de setembro fomos a Côte d’Azur, também conhecida como Riviera Francesa!

Alugamos um carro, reservamos um hotel baratinho pela internet, e, na quinta-feira pela manhã, saímos rumo à pequena commune de Tourrettes. No caminho, demos uma passada em Sisteron, que já tínhamos visitado antes, desta vez seguimos as ruelas menores e fomos até a margem do rio.

eu dirigindo meu Peugeot 5008

pegando várias minas

taí as bandeirolas que eu falei

à margem do rio, ao pé da montanha

No fim da tarde chegamos a Tourrettes, que fica juntinho de Fayence (de fato, o nome costumava ser Tourettes-de-Fayence). Após um pouco de dificuldade pra encontrar o hotel, enfim nos acomodamos (e, para minha surpresa, não tiramos nenhuma foto do hotel!).

À noite saímos para passear e procurar algo para jantar em Fayence mesmo. Acabamos comendo uma pizza muito boa.

foto conceitual nas ruelas de Fayence

Como a noite no interior da França acaba cedo, fomos dormir logo para no dia seguinte rumarmos a Monaco.

Semduvidamente, Monaco foi o melhor destino da viagem. Primeiro, demos uma volta no Jardin Exotique, um jardim enorme e cheio de cactos.

cactos nas alturas

curtindo a natureza

Depois subimos até onde fica o palácio do príncipe, e onde tem o museu oceanográfico e o museu nacional. Como pra entrar no palácio e no museu oceanográfico é preciso pagar, fomos apenas no museu nacional… Lá uma guia muito atenciosa nos deu praticamente uma aula de história monegasca, muito interessante mesmo!

em frente ao museu oceanográfico

catedral

Depois fomos então conhecer Montecarlo, o centro de Monaco; demos uma passadinha no Cassino só pra registrar, pois não podíamos entrar, olhamos os belos hotéis, e entramos no shopping pra subir de escada rolante. Depois desse passeio todo, finalmente fomos à praia – de pedrinhas e cheia de gatas de topless, mas disso eu não tenho fotos também… Por último, demos uma passada no Carrefour de Monaco a fim de comprar mantimentos pros jantares e cafés da manhã, que faríamos no hotel, pra gastar menos =)

fachada do cassino de Montecarlo

hotel de Paris

No dia seguinte resolvemos acordar mais cedo para podermos visitar duas cidades, afinal, o tempo urge. Então pela manhã tomamos o rumo de Cannes, onde demos uma volta a pé pela praia, outra de carro, vimos o palácio dos festivais (que visto de fora não é grande coisa) e almoçamos.

na praia de Cannes

a "saladinha" da Bia

À tarde pegamos a estrada rumo a Nice. Lá subimos um elevador caótico até um parque, de onde tínhamos uma bela vista do porto e da praia.

mas isso ainda é antes do elevador

orla de Nice

saída do porto

E depois de ver tanta praia, não podíamos mais resistir à tentação do mar (e das garotonas de 60> anos de topless)!

praia de pedrinhas!

Ainda antes de escurecer resolvemos voltar para casa e nos arrumarmos para curtir a noite em algum lugar. O lugar eleito foi Saint-Raphaël, a praia mais próxima de Tourrettes. Como não podíamos ficar até muito tarde, procuramos algum barzinho aconchegante pela cidade, até que encontramos o Albarino, que serviu aos nossos propósitos. Bebemos qualquer coisa (nem todos, afinal, alguém tinha que dirigir de volta), falamos besteira, reclamamos dos fumantes e regressamos.

bebendo sangría em Saint-Raphaël

O dia seguinte foi inteiramente dedicado a Antibes, graças ao Marineland, um parque aquático / zoológico marinho que a Naty queria conhecer. Como era carinho e nem todos queriam ir, a Naty e a Bia foram ao parque enquanto eu e a Nai passeamos por Antibes, demos um pulo na praia, visitamos o Fort Carré, o antigo centro e o museu Picasso.

prainha no limite de Antibes, ao lado do Fort Carré

eu escalando o Fort Carré

mapa da Vieil Antibes

Plage de la Gravette, em Vieil Antibes

museu Picasso

obra de mestre do Picasso

Mais tarde nos reunimos todos e fomos pegar uma praia em Juan-les-Pins, até anoitecer.

praia de Juan-les-Pins

A segunda-feira foi nosso último dia de viagem, e tínhamos que entregar o carro em Grenoble até as 20h, o que nos deu algum tempo de manhã para conhecer ainda Saint-Tropez. Apesar do engarrafamento, conseguimos passear por lá por cerca de uma hora e tirar umas fotos antes de tomarmos nosso rumo de volta.

ruela de Saint-Tropez

juventudista em Saint-Tropez

foto "bração"

Então pronto, acho que já contei o bastante por um post. Daqui um mês eu volto a escrever aqui, pra contar o que aconteceu na semana passada! hahaha

Au revoir!

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Enfim, l’informatique!

Hoje tivemos a reunião de abertura do MoSIG – Master of Science in Informatics at Grenoble (3ª edição). Uma apresentação breve do curso, do conteúdo, do calendário e dos alunos.

Temos alguns franceses, vários poloneses, um vietnamita, uma paquistanesa, dois ucranianos, um alemão… etc., tem várias pessoas que eu não lembro. Ah, e somente um brasileiro =P Ao todo somos, salvo engano, 22 alunos matriculados para o MoSIG.

Segunda-feira começam as aulas, porém essa semana é não-obrigatória, são apenas aulas de revisão de programação. A aula de verdade começa apenas no dia 20.

Meu calendário de aulas

Wish me luck!

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Quelque chose

Então pessoal, tô vivo, tô bem, tô curtindo e tô sem muito tempo pra postar, porque sempre tem algo mais interessante pra fazer do que ficar na frente de um computador =P

De viagens não tem muita coisa pra contar não, nesse tempo fui só para Voiron, visitar o museu da Chartreuse, um licor fabricado por monges. Com degustação, claro.

Degustação de licores

Ainda conseguimos dar uma passada na igreja de Voiron antes de pegar o trem de volta. Lugarzinho aconchegante.

Igreja de Voiron

La grande ville de Voiron

Fora isso, a vida aqui não tem nada de muito diferente da vida no Brasil. Tenho uma casa pra limpar, aula pra assistir, uma cozinha onde cozinhar, amigos pra me acompanharem pelas ruas e pelas experiências gastronômicas, festas pra comparecer.

Festa internacional na cozinha de uma residência universitária...

Mas eu sou um rapaz muito estudioso... 😎

Tenho conhecido um monte de gente, muitos brasileiros e brasileiras, mas também de muitas outras partes do mundo. Coréia, China, Turquia, Alemanha, Itália, Espanha… Ontem mesmo tomei uma cerveja belga de um alemão que falava português na França.

E tô cozinhando também. Comprei uma panela grande e uma frigideira, e já sou o cozinheiro oficial da turma hahaha. Massa com molho 6 queijos, bifes, omelete, risoto… Muito melhor que a comida do restaurante universitário, que serve todo dia um quelque-chose-com-pimentão!

Então… estou por aí, comendo queijos, bebendo vinhos, estudando o idioma, conhecendo pessoas. E tá divertido.

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